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Casa térrea ou Sobrado?

  • 26 de mar.
  • 2 min de leitura


O Solar das Margaridas não vai ter dois andares.


E essa foi uma das primeiras decisões reais que eu precisei tomar.


Não foi por custo.

Não foi por facilidade.


Foi por sensação.


Eu comecei a perceber que tudo o que eu imaginava pro Solar tinha uma coisa em comum:


proximidade.

Nada muito distante.

Nada que exigisse esforço pra acessar.

Nada que criasse barreiras dentro da própria casa.


Uma casa térrea muda completamente a forma como a gente vive o espaço.


Você não sobe para descansar.

Você não desce para viver.

Tudo acontece no mesmo nível.

Tudo está ao alcance.


E isso, pra mim, cria uma sensação muito específica:

a casa abraça, ao invés de separar.


Tem também o jardim.


No Solar, o jardim não é um complemento, ele faz parte da casa.


Se fosse um sobrado, existiria sempre uma divisão:

quem está em cima…

e quem está embaixo.


Na casa térrea, não.


O jardim entra.

A luz entra.

O ar circula melhor.


Existe também uma questão silenciosa, mas importante:


o tempo.

Uma casa sem escadas é uma casa que continua funcionando da mesma forma com o passar dos anos.


Ela não cansa.

Ela não limita.


Escolher fazer o Solar térreo foi escolher um tipo de vida:


mais simples na forma…

mas muito mais intencional na experiência.


E talvez seja isso que mais importa aqui.


O Solar não está sendo construído pra impressionar.

Ele está sendo construído pra ser vivido.


E eu fico pensando…


você também é assim com casa?


Prefere tudo mais prático, no mesmo nível, fácil de viver no dia a dia…

ou gosta daquela separação de ambientes, de subir escada, de ter “andares”?


Porque eu percebi que, pra mim, não é nem uma questão estética.

É sobre como eu quero me sentir morando ali.


Mas me conta…

você conseguiria viver numa casa totalmente térrea?




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